A morte do Orlando Zapata, ocorrida durante a visita do presidente Lula a Cuba, desencadeou nova onda de terrorismo midiático contra a revolução cubana – e, de quebra, contra a política externa do governo brasileiro.
Boris Casoy, o âncora da TV Bandeirantes que é “uma vergonha do jornalismo nacional”, só faltou chorar o falecimento do “dissidente” e fez histéricos ataques ao “ditador” Raul Castro e ao presidente Lula. Na mesma linha, Willian Waack, da TV Globo, criticou as prisões em Cuba, mas nada falou sobre as torturas na base militar ianque de Guantánamo. Os editoriais dos jornalões tradicionais também estrebucharam.
O vídeo acima, produzido em espanhol, revela que Orlando Zapata não tem nada de mártir ou dissidente político. É um delinquente comum que a mídia hegemônica tentou transformar em herói. Mais um capítulo da guerra psicológica contra a revolução cubana, fabricada nos laboratórios da CIA nos EUA e difundida pela mídia colonizada no mundo inteiro.
(*) Publicado originalmente no blog do Miro.
fonte: Fazendo Media
1 comentários:
Infelizmente não sei em quem acreditar, é realmente difícil saber se o que a mídia em geral divulga sobre qualquer assunto, temos por trás de qualquer notícia um jogo de interesses muito grande. Mas o que eu sei é que esse jogo de interesses da mídia internacional sempre tende contra Cuba, o que não é novidade, e que em diversos países temos presos políticos vivendo em condições desumanas e outras formas de atentados aos direitos humanos, porem isso nunca é divulgado e se for não toma a mesma proporção que se tomou nesse caso.
6 de março de 2010 às 09:59Postar um comentário