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Thirty Seconds to Mars - This is War

quarta-feira, 6 de abril de 2011


Uma videoclipe muito bom, que contém cenas que se tornaram normais, onde milhares de pessoas ao redor do mundo morrem por interesses políticos e econômicos. Dotada de uma letra para se refletir, essa música contém fortes críticas a tudo que acontece hoje, e deixa clara a mensagem de que se não acabarmos com as guerras, elas acabarão conosco.





Um aviso para as pessoas,
O bem e o mal,

Isto é uma guerra,

Para o soldado,
O civil,
O mártir,
A vítima,

Isto é uma guerra,

É o momento da verdade e o momento para mentir,
É o momento para viver e o momento para morrer,
O momento para lutar, o momento para lutar,
Para lutar, para lutar, para lutar,

Pela direita,
Pela esquerda,
Nós vamos lutar até a morte,
Até o fim da Terra,
É um admirável mundo novo,
Do último até o primeiro,

Pela direita,
Pela esquerda,
Vamos lutar até a morte,
Até o fim da Terra,
É um admirável mundo novo,
É um admirável mundo novo,

Um aviso ao profeta,
O mentiroso,
O honesto,

Isto é uma guerra,

Para o líder,
O pária,
A vítima,
O Messias,

Isto é uma guerra,

É o momento da verdade e o momento para mentir,
É o momento para viver e o momento para morrer,
O momento para lutar, o momento para lutar,
Para lutar, para lutar, para lutar,

Pela direita,
Pela esquerda,
Nós vamos lutar até a morte,
Até o fim da Terra,
É um admirável mundo novo,
Do último até o primeiro,

Pela direita,
Pela esquerda,
Nós vamos lutar até a morte,
Até o fim da Terra,
É um admirável mundo novo,
É um admirável mundo novo,
É um admirável mundo novo,

Eu acredito na luz,
Levante suas mãos para o céu,
O combate está acabado,
A guerra está ganha,
Levanta as tuas mãos em direção ao sol,
Em direção ao sol,
Em direção ao sol,
Em direção ao sol,
A guerra está ganha,

Luta Luta Luta Luta Luta (coral)

Pela direita,
Pela esquerda,
Vamos lutar até a morte,
Até o fim da Terra,
É um admirável mundo novo
Do último até o primeiro,

Pela direita,
Pela esquerda,
Vamos lutar até a morte,
Até o fim da Terra,
É um admirável mundo novo,

Um admirável mundo novo,
Um admirável mundo novo,

Um admirável mundo novo,
A guerra está ganha,
A guerra está ganha,
Um admirável mundo novo,

Eu acredito em nada, nem no fim nem no início,
Eu acredito em nada, nem na Terra nem nas estrelas,
Eu acredito em nada, nem do dia nem do escuro,
Eu acredito em nada, só no bater dos nossos corações,
Eu acredito em nada, 100 sóis até partirmos,
Eu acredito em nada, nem em Satanás nem em Deus,
Eu acredito em nada, nem na paz nem na guerra,
Eu acredito em nada, só na verdade de quem somos.

http://www.vagalume.com.br/30-seconds-to-mars/this-is-war-traducao.html#ixzz1In1TPzQt

Banksy, revolução em forma de grafite.

sábado, 5 de março de 2011



Um exemplo dado em quadrinhos feito pelo grafiteiro britânico Banksy, de como os trabalhadores asiáticos sao superexplorados e como são expostos a condições vergonhosas. Banksy é grafiteiro desde 1980, e traz consigo temas de denuncia social, e propõe formas de se colocar contra o capitalismo, como diz em seu livro Wall and Piece: "Não podemos fazer nada para mudar o mundo até que o capitalismo desmorone. O consolo é fazer compras". Há também seu documentário feito recentemente: "Exit Through the Gift Shop". Não há muito do que se falar do artista, pois ele mantém sua identidade oculta, por motivos que nem mesmo a impressa sabe. Ele espalha suas obras por todo o mundo, ate mesmo no muro que separa a Palestina de Israel, pintando uma perspectiva de um mundo perfeito do outro lado do muro; mas suas ideias nao se resultam somente em pintura e sim atos, em 2006, Banksy entra na Disneylândia, burlando a segurança e colocando um boneco inflável vestido com o uniforme dos detentos da prisão de Guantánamo no parque.
Esses exemplos fazem parte de muitos outros que ele espalha por mundo afora e disseminando suas ideias. Há uma interessante reportagem do artista no site da revista superinteressante feito por Marcos Nogueira:

AQUELE ABRAÇO
O grafite da menina abraçando um míssil é um dos trabalhos mais conhecidos de Banksy, que é avesso a aparecer em público (para evitar ser preso, segundo ele mesmo). Até o nome do artista é um mistério: alguns dizem que é Robert Banks; outros, mais amigos de um bom trocadilho, preferem a forma Robin Banks (que em inglês soa como “roubando bancos”).

MURO DA IRONIA
Banksy diz que começou aos 14 anos, como um reles pichador. Em 2005, ele levou suas latas de tinta e sua ironia para o muro erguido por Israel para isolar a Cisjordânia. “Todo grafiteiro precisa fazer uma peregrinação ao maior muro do mundo em algum momento de sua vida”, afirmou à revista inglesa Zoo.

GUERRILHEIRO, MAS NEM TANTO
Banksy criou para si mesmo a imagem de um artista antiguerra e contrário ao sistema capitalista. Mas o caráter marginal de seu trabalho não exclui mostras em galerias finas e contratos de publicação de livros. Só as obras compradas por celebridades lhe renderam o equivalente a R$ 12 milhões.

PASSADO OBSCURO
Na adolescência, Banksy teria sido expulso da escola e passado uma temporada na cadeia. Isso é o que ele diz. Na única vez em que um jornalista o entrevistou pessoalmente, o repórter do The Guardian lhe perguntou: “Como posso saber se você é Banksy?” A resposta do entrevistado: “Você não tem garantia alguma”.

INSPIRAÇÃO POLICIAL
A polícia que persegue Banksy é um tema recorrente de seu trabalho. Ele diz que, aos 18 anos, quase foi pego enquanto grafitava um vagão de trem. A pichação ficou inacabada e Banksy, para agilizar o serviço, teve a idéia de trabalhar com estêncil – molde vazado com a figura a ser pintada.

RUPESTRE DE ARAQUE
Uma das pegadinhas freqüentes de Banksy é deixar, clandestinamente, obras suas em galerias e museus. Esta peça, chamada Homem Primitivo Vai ao Mercado, fez tanto sucesso que acabou sendo incorporada ao acervo do Museu Britânico, em Londres, que tem uma das maiores coleções de relíquias arqueológicas.

CACHORRA
Paris Hilton também foi vítima do artista: ele invadiu lojas para trocar cds autênticos por outros “banksyzados”.

ESGOTO
“Se você é sujo, insignificante e mal-amado, ratos são o modelo perfeito para você”, diz Banksy no livro Wall and Piece.

ONDE ESTÁ JACKO?
Banksy avacalha obras célebres e cenas de fábulas, como João e Maria na casa de doces da bruxa má.

É O BICHO
Seja para passar mensagens de protesto ou simplesmente criar uma cena bizarra, Banksy adora pintar animais.
Site de Banksy: http://www.banksy.co.uk

O espírito jovem sedento por Revolução

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Em nosso círculo social geralmente encontramos pessoas com o mesmo pensamento, com as mesmas conversas e com os mesmos objetivos pessoais. O pensamento mostra-se na maioria dos casos alienado e conservador; as conversas baseiam-se em status, luxo e poder; e os objetivos pessoais fatidicamente se voltam para dinheiro, reconhecimento profissional e lucro.


Numa conversa, mesmo que breve, assuntos que envolvam capital sempre vêm a tona. Parece às vezes que as pessoas se sentem pressionadas a falar sobre tais coisas, sob pena de exclusão se não estiverem interados desses assuntos. E isso não tem idade, desde os jovens, até os mais velhos incutem o valor de “ser alguém na vida” (leia-se ser rico). Enquanto a nova geração narra suas pretensões, sua ânsia por ter um carro novo com um motor potente, por ter roupas de marca, dinheiro e fama; os adultos/idosos contam sobre o que conquistaram, quanto dinheiro conseguiram e como viveram confortavelmente em sua fartura, em sua riqueza, no pleno conforto da presença em materiais mas ausência em ideais.


Invariavelmente a ideologia capitalista passa de forma notória, mas imperceptível de pai para filho. A propaganda, com sua contribuição generosa dá o empurrão final para tornar qualquer cidadão um consumidor em potencial, servo das tendências de mercado. São poucas as pessoas conscientes, que não sobrepõem produtos a pessoas, que não se tornam fantoches da mídia, que pensam e sabem da importância de não ser apenas mais uma peça do sistema.


A futilidade humana chega a ser por vezes impressionante, cada um se preocupa com seu próprio potencial em fazer dinheiro. Os ideais em comum, interesses do “homem médio” muitas vezes são esquecidos por ele próprio, que está preocupado demais com sua rotina, cansado demais de seu árduo dia de trabalho para questionar erros na sociedade e falhas na política.


O exemplo perfeito para essa situação foi o 5º ato contra o aumento das tarifas de ônibus em SP, do dia 10/02. O número de manifestantes não passou de 5 mil, um fato curioso, já que um número absurdamente maior de pessoas faz uso dos transportes metropolitanos todos os dias. Aonde estão esses trabalhadores na hora de questionar seus direitos? Onde estão os milhões de votantes, que elegeram o prefeito Gilberto Kassab e agora sofrem com o preço absurdo colocado nos transportes? Em que lugar se escondem os famosos “reclamões de sofá”, que assistem Jornal Nacional e resmungam da política diariamente no conforto de seus lares?


O ativismo hoje é tema de deboche, foi o que pude perceber ao participar dos atos e me sentir mais perto do povo. As pessoas passam nas ruas, nas lojas, em seus carros, e até mesmo nos próprios ônibus lotados e riem um sorriso insosso, amarelo, que sente “vergonha” daquele movimento e crê que aquela passeata é algo passageiro, coisa de jovem “bagunceiro” que não tem mais o que fazer. Irônico pensar que jovens ativistas são vistos dessa maneira, que as poucas pessoas conscientes, que lutam por seus direitos são marginalizados pela mesma sociedade que eles estão lutando para conscientizar e mudar.


Estamos dentro de um contexto ambicioso, que arquiteta planos para tornar a sociedade cada vez mais piramidal e desnivelada. Essa estrutura de organização social pode ser facilmente comparada com nossa estrutura de organização intelectual, onde, um grupo cada vez mais seleto se põe a disposição do todo, da massa, da revolução. A grande maioria, focada em seu egocentrismo hipócrita se esconde a trás da máscara de mentiras que o dinheiro proporciona. A verdadeira liberdade de pensamento, o verdadeiro ativismo está além do que a televisão te mostra, está na mobilização consciente, semelhante ao que pude ver nos Atos que tive o prazer de ir. Se sentir mais um no meio de tantos seres que partilham de seus ideais e de sua descrença em nossa atual situação é no mínimo emocionante.


“Ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética” foi o que disse certa vez El Fuser, um de meus maiores heróis. E mesmo ainda sendo exceção, no meio de uma juventude cada vez mais transviada e despreocupada com o mundo que a cerca, sinto-me feliz, livre dos grilhões do pensamento padronizado e disposto a alimentar cada vez mais meu espírito sedento por revolução. O seu dinheiro pode comprar tudo, menos minha vontade de fazer justiça

A insustentável leveza das ditaduras


Após quase três semanas de luta, dezenas de milhões de egípcios conseguiram fazer renunciar um dos ditadores “do bem” da direita mundial, Hosni Mubarak, encastelado no poder havia trinta anos. Um déspota contra quem nunca se ouviu ou leu um milésimo do que a imprensa internacional não pára um só dia de dizer contra Cuba ou contra o Irã.

De repente, de algumas semanas para cá, no entanto, a ditadura egípcia entrou no noticiário e não saiu mais. Não era mais possível esconder que um dos tentáculos dos Estados Unidos no Oriente Médio estava se putrefazendo em alta velocidade.

Mas a questão que me acorre à mente diante de um desfecho da crise institucional no Egito que muitos – este blogueiro incluído – duvidaram de que pudesse ocorrer é sobre a natureza das ditaduras, sobre como vão levando as sociedades sobre as quais se abatem a um ponto de esgotamento como esse a que chegou o país do Oriente Médio.

Ditaduras são insustentáveis. Podem durar décadas valendo-se da força, mas não conseguem se manter indefinidamente. Vejam o caso da ditadura egípcia. Nem o apoio americano ou da grande mídia internacional foi suficiente para impedir que o povo colocasse um ponto final naquilo. E não foi por falta de tentativas.

Mubarak, a mídia e os EUA tentaram enrolar o mundo com aquela tal de transição “lenta, gradual e segura” que já foi imposta ao Brasil, mas no Egito não rolou. Na manhã de hoje, já se falava em uma mobilização de VINTE MILHÕES de pessoas. Além disso, o país estava paralisado. Nada funcionava. Imaginem tudo parar por quase três semanas.

Nesse momento, lembro-me de Cuba. Jamais houve nada parecido por lá. Não se tem nem notícia de repressão de manifestações contra o governo. Figuras isoladas promovem greves de fome que são recebidas com frieza pela população, apesar de a mídia lhes dar extrema visibilidade, como se tais ações tivessem alguma representatividade.

O regime cubano não cai e não é contestado pelo povo. Por que? Os cubanos não saem às ruas porque são covardes? A repressão em Cuba seria maior do que em qualquer outra nação supostamente submetida a ditadura? Não creio. O que me parece é que não há, naquele país, um sentimento de que vive sob regime ditatorial.

Acima de tudo, portanto, o que se deve extrair do que aconteceu no Egito é um modus operandi de luta pela liberdade que promete infernizar ditaduras nos quatro cantos da Terra. O povo mostrou que tem o poder. Que é só sair as ruas e se recusar a permitir que o país funcione sob o jugo de ditadores.

Ditaduras não têm base popular e, assim, não têm o peso de governos legitimamente constituídos, ungidos pelo desejo das maiorias democráticas. Essa “leveza” das ditaduras, portanto, é o que as torna insustentáveis, como o Egito acaba de mostrar ao mundo, para desespero de todos aqueles aos quais as ditaduras beneficiam.


retirado do Blog Cidadania (recomendo MUITO a visita a esse blog, textos excelentes)

Trabalhadores venezuelanos saem às ruas em apoio a Chávez

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Trabalhadores de diferentes setores e estados da Venezuela marcham nesta quinta-feira (10) até a Assembleia Nacional para defender as políticas sociais implementadas pelo presidente Hugo Chávez em seus 12 anos de governo.



Além do respaldo a benefícios como o aumento do salário mínimo e o acesso a pensões, aposentadorias, saúde e contratos coletivos, a classe operária solicitará ao Parlamento a aprovação de uma nova Lei Orgânica do Trabalho à altura do processo de mudanças em curso, informam os organizadores da marcha.

De acordo com o presidente da Federação de Trabalhadores Petroleiros de Venezuela, Will Rangel, mais de 10 mil filiados a sindicatos sairão às ruas a expressar seu compromisso com a Revolução Bolivariana.

“Vamos demonstrar nossa identificação com Chávez e os avanços destes anos”, assegurou Rangel durante uma coletiva de imprensa para reiterar a convocação.

Por sua vez, o deputado socialista Francisco Torrealba conclamou a população em general a somar-se à marcha que partirá da Praça Morelos. “O objetivo é defender o processo revolucionário, o gerenciamento do presidente Chávez e suas políticas sociais”, apontou.

A mobilização acontece menos de uma semana após uma atividade realizada por sindicatos e estudantes ligados à oposição.Torrealba considerou a marcha da semana passada uma atividade da quinta coluna e dos defensores dos patronos. “Dessa vez teremos uma verdadeira mobilização operária”, afirmou.


5º ato contra o aumento da tarifa de ônibus

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011


No começo do ano, nosso "ilustríssimo" prefeito Gilberto Kassab, junto ao Secretario de Transportes resolveram aumentar a tarifa de ônibus para R$ 3,00; o dobro do que a inflação monetário propunha.

Tomada essa medida, a maioria da população continuou sua rotina normalmente, despreocupados, indiferentes, seguindo suas rotinas, vestindo seus cabrestos, impotentes politicamente, pagando qualquer que seja o preço. Esse aumento abusivo passou despercebido para a maioria dos cidadãos paulistanos que curiosamente se utilizam do transporte público em grande maioria. Lesada por um governo corrupto, a população alienana pouco se importou com os absurdos TRÊS reais cobrados por algo que é de obrigação governamental assegurado por lei.

Contudo, agindo fora do senso comum, diferentemente da grande maioria usuária das redes de transporte metropolitano, um pequeno grupo de estudantes que também se utilizam das conduções resolveram protestar contra o aumento, reuniram-se e no velho centro da cidade, cerca de 800 jovens realizaram o primeiro ato que foi duramente (covardemente, para ser sincero) repreendido pela Polícia Militar, gerando tumulto, pessoas presas e feridos por tiros de borracha a queima roupa. Diferente do que a elite burguesa pensava, a ação violenta dos pm's não acovardou o movimento, que, ainda em defesa de seu direito por transporte barato e de boa qualidade, convocou o segundo ato, agora na Avenida Paulista que repercutiu de forma mais acentuada, juntando aproximados 3 mil manifestantes. (dessa vez a passeata foi pacífica, sem covardia por parte da polícia)

Ganhando forças, o movimento chegou ao seu terceiro ato, novamente no centro velho de SP, em frente ao teatro municipal, onde um incrível numero de 4,5 mil pessoas unidas se manifestaram contra a tarifa. Era evidente que aquele número, significativo para uma passeata despertou olhares e atenções, e, no final daquele dia o Presidente da Câmara Municipal conversou com o representante do MPL (Movimento Passe Livre) e discutiu a idéia de convocar uma audiência pública com o secretário dos transportes a fim de discutir o aumento.

Na semana seguinte, houve a quarta passeata, que por sua vez se concentrou no vão livre do masp e seguiu para a prefeitura. Um número de manifestantes aproximadamente igual ao do ato anterior foi atingido, mostrando a força e a vontade do jovem de fazer mudanças no que de fato está errado.

Convocamos agora, para essa quinta-feira 10/02 todos os leitores a participar do 5º ATO CONTRA O AUMENTO DA TARIFA DE ÔNIBUS. Que se fará realizado em frente ao Teatro Municipal às 17h. Compareçam, mostremos a força da juventude, nossa sede de mudanças, nossa vontade de fazer justiça e corrigir as roubalheiras frequentes por parte de nossos tão chamados "representantes políticos". Seja a mudança que deseja ver no mundo, ainda mais agora que um aumento na tarifa das linhas de metrô também foi aprovado e validará a partir de domingo (veja aqui).


"Quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem". Rosa Luxemburgo

1 milhão sem preconceito

sábado, 5 de fevereiro de 2011




Faça parte da campanha para mostrar que juntos, somos mais fortes que o preconceito.

A meta:
Reunir um milhão de seguidores para o Thiago, voluntário do Grupo Vhiver, uma ONG que cuida de HIV positivos e é reconhecida pelo UNICEF.

É pensar grande?
Talvez. Mas talvez seja apenas pensar do tamanho que a causa merece.

A lógica é simples: você ajuda seguindo o Thiago no twitter @thiagovhiver. O Thiago ajuda o Grupo Vhiver, que passa por dificuldades financeiras, a conseguir mais visibilidade e recursos. E o Grupo Vhiver continua ajudando os soropositivos com apoio psicológico, alimentação e assistência básica.

Saiba mais do projeto acessando www.1milhaosempreconceito.com.br

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Segue abaixo, o vídeo da campanha:






A história da água engarrafada

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011




Video: The Story of Bottled Water
Ano: 2010
Legenda: Português
Duração: 8:04 min
Escrito por Annie Leonard, Jonah Sachs, Louis Fox
Produzido por Free Range Studios
Dirigido por Louis Fox
Traduzido por Guilherme Machado, Michèle Sato e Patrícia Fish

Um ótimo vídeo de conscientização social e ecológica, que alerta a população em relação às estratégias das grandes corporações para lucrar dinheiro, mesmo nas coisas mais simples e essenciais, como a água. Através dessa história será possível entender uma grande mensagem de responsabilidade ambiental para combater a incessante busca predatória das empresas por lucro e dominação de mercado.



RATM, Tom Morello e Roger do Ultraje a Rigor.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010


Recebi o link de uma matéria muito boa, escrita e postada no blog do Marcel Bittencourt. O texto, escrito pelo próprio Marcel, retrata a posição política que Tom Morello se colocou diante do quadro eleitoral brasileiro, e a represália sofrida por Roger da banda Ultraje a Rigor. Recomendo a visita/leitura do blog, além dessa, muitas outras postagens excelentes.

Segue a matéria:

Rage Against The Machine, Tom Morello, Roger do Ultraje, Socialismo e Coerência.

"Na ultima semana houve muita polêmica envolvendo o Rage Against the Machine e o Brasil. Começou com uma reportagem da Globo onde o repórter perguntou sobre o fato de a banda só viajar de primeira classe. A pergunta foi polemista, intencional, e, na minha opinião, infundada. Na seqüência explico o porquê.

Em sua passagem pelo Brasil, a banda se encontrou com pessoas do MST, movimento que tem o apoio declarado da banda.

Ontem, através do Twitter o guitarrista Tom Morello declarou apoio à candidata Dilma Rouseff, do PT, definindo-a como “candidata dos pobres, da classe trabalhadora e dos jovens”. No mesmo dia, veio uma reação extremamente imprevisível e agressiva de Roger da Rocha Moreira, do Ultraje à Rigor, que respondeu “What the fuck you know, you asshole?” (algo como “que porra tu sabe ô cuzão?”).

Hoje Morello reafirmou sua posição dizendo “O Brasil está aprendendo o que os outros sabem há anos: Rage não é apenas uma banda para bater cabeça, também temos ideias. Apoio Dilma Rousseff e o MST, convivam com isto!”

Ok. Diante de todas essas informações, aqui vai minha opinião:

O Rage Against the Machine sempre foi uma banda políticamente engajada. Quem conhece a história do Rage Against the Machine sabe que sempre foram uma banda bastante ligada aos movimentos revolucionários. A estrela vermelha (um dos símbolos do comunismo) sempre esteve presente no material gráfico e nos shows da banda (como pode ser visto no SWU). A banda relmente sempre levou a mensagem de que uma revolução é necessária para que tenhamos um mundo mais igualitario e socialmente responsável. Tom Morello é declaradamente socialista e nada mais coerente a se esperar de um socialista do que apoio à um movimento que luta pela reforma agrária em um país continental que NUNCA se preocupou em estabelecer uma política nesse sentido.

Quanto ao apoio à Dilma, não se trata de petismo. Trata-se do olhar do cara sobre as políticas que cada um representa. Um socialista pode apoiar o não Dilma e o PT. Um socialista nunca apoiaria o Serra e o PSDB. Opinião pessoal. Uma coisa que hoje em dia está muito difícil respeitar. Coisa que, aliás, demonstrou o Roger.

Sempre fui fã do Roger. E do Ultraje. Roger foi um dos primeiros caras que segui no Twitter. Sempre achei um cara inteligente e sagaz. Até ontem. A atitude dele de simplesmente ofender diante de um posicionamento político diferente do seu foi, como bem definiu meu irmão Murilo, “atitude de moleque”. Feio.

Outro amigo meu defendeu fortemente a idéia de que Morello como estrangeiro não pode tecer opiniões desse tipo e que isso seria entrar na casa dos outros cagando ditando regras. Entendo o posicionamento, mas discordo. Acho que o fato de não morarmos em um país não nos impossibilita de criticar quando discordamos de algo. O exemplo Estados Unidos x Iraque ilustra perfeitamente isso. Acho que o Rage Against na posição de uma grande banda tem sim o direito de dar sua opinião e tentar fazer sua parte seja qual for a questão.

Mas isso não é nada. Tem uma coisa que está me incomodando mais que tudo nessa história toda.

Estou vendo muita gente (como, por exemplo, o repórter que entrevistou a banda) usar o argumento de que o Rage Against the Machine não tem o direito de posicionar assim ou nem mesmo de defender o socialismo pelo fato de serem RICOS.

Pelo amor de Deus. Desde quando a pessoa que ficou rica não pode querer um mundo melhor? Ou um mundo com mais igualdade? Ou um sistema socialista? Mesmo que fosse muito rico eu ia querer um mundo mais igualitário por um motivo simples: Não me preocupo só comigo. E é assim que, provavelmente, o Rage Against the Machine pensa.

Se determinada pessoa é rica, bom pra ela que pode aproveitar sua riqueza. Doar esse dinheiro não vai mudar o problema central, que é o sistema. Mesmo que se faça muita caridade o sistema vai continuar alimentando a desigualdade. Seria paleativo. As pessoas deveriam entender que o socialismo não prega a pobreza, e sim a igualdade. Quem faz voto de pobreza é monge.

A única certeza nisso tudo é que eu sou, cada vez mais, fã do Rage Against the Machine."



http://eraoquetinha.wordpress.com/2010/10/16/rage-against-the-machine-tom-morello-roger-do-ultrage-socialismo-e-coerencia/

Agradecimento a dica do Thales.

Acabe com o apedrejamento!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Semana passada, clamores globais massivos impediram a morte por apedrejamento da iraniana Sakineh Mohammadi Ashtiani.

Mas Sakineh ainda pode ser enforcada, e hoje, outras quinze pessoas aguardam execuções por apedrejamento, onde as pessoas são enterradas até o pescoço e grandes pedras são atiradas nas suas cabeças.

A campanha internacional dos corajosos filhos de Sakineh mostra que a condenação global funciona. Vamos tornar o apelo desesperado dessa família em um movimento pelo fim do apedrejamento para sempre - assine a petição e envie para todas a pessoas que você conhece




Uma iraniana em Bruxelas protestando a morte desumana por apedrejamento. Foto: Thierry Roge/Reuters

fonte: Avaaz

VITÓRIA PELAS BALEIAS!


Juntos nós conseguimos a maior petição pela proteção das baleias, com o extraordinário número de 1,2 milhões de assinaturas. Ela foi entregue diretamente a delegados-chave na reunião da Comissão Baleeira Internacional.

E nós conseguimos acabar com a proposta que legalizaria a caça comercial de baleias!

Essa é uma vitória importante para as baleias. No entanto, vencer essa batalha ainda não garante a segurança das baleias -- o Japão já decidiu continuar matando baleias por motivos "científicos". Para vencer de vez,
nós precisaremos fazer campanhas para fortalecer e reformar a Comissão Baleeira Internacional e mobilizar pessoas conservacionistas em países favoráveis à caça.

Nós podemos conseguir se um grande número de nós doar uma pequena quantia por semana. Nós já chegamos a 6.000 doadores regulares semanais -
se chegaremos a 10.000 nós podemos começar a financiar esta campanha no Japão e em outras nações chave agora!

fonte: Avaaz

Valete: Anti-Herói

segunda-feira, 28 de junho de 2010


Valete é um rapper português nascido em Lisboa, Portugal no dia 14 de Novembro de 1981. Desde cedo criou as suas opiniões políticas, influenciado por um professor de Filosofia. Chegou mesmo a pertencer à Juventude Comunista Portuguesa, mas acabou por desistir pouco tempo depois. Começou a ouvir rap no ano de 1991 mas foi a partir de 1995 que passou a encarar a música de forma mais profunda, tendo como principais referencias artistas como Nas, KRS-One ou Racionais MC's.

O nome "Valete" surgiu após ter visto num documentário de ilusionismo a ideia mítica de que a carta Valete, utilizada em truques de ilusionismo, não permitia que o truque resultasse. Se dedicou aos estudos e se formou em Ciências da Comunicação, já lançou dois álbuns: Educação Visual (2002) e Serviço Público (2006), e um terceiro álbum chega agora em outubro de 2010 (Homo Libero).

Em suas músicas, Valete mostra-se extremamente contra políticas neo-liberais, e favorável à esquerda política.

Hoje, ele divide seu tempo entre uma carreira profissional como empregado no departamento comercial de uma empresa de recursos hídricos e a gestão de uma panificadora, que em 2007 abriu em São Tomé e Príncipe.


Abaixo o clipe oficial com legendas da música do álbum Serviço Público (2006) chamada Anti-Herói:




Letra da música

Caça às baleias - a votação final

sábado, 19 de junho de 2010

Caros Amigos,

Dentro de uma semana a Comissão Baleeira Internacional (IWC) fará a votação final para uma proposta de legalizar a caça comercial de baleias pela primeira vez em uma geração.

O resultado depende de quais vozes serão ouvidas de forma mais clara nos momentos finais: o lobby pró-caça ou cidadãos do mundo?

Mais de 650.000 membros da Avaaz já assinaram a petição para proteger as baleias – é hora de conseguir 1 milhão! A equipe da Avaaz estará nas negociações da IWC no Marrocos semana que vem e conseguimos outdoors, anúncios de primeira página em jornais e um marcador gigante mostrando as assinaturas na petição. Tudo para garantir que os delegados, desde o momento em que descerem do avião até a hora da votação, vejam a nossa mensagem que o mundo não aceitará um massacre de baleias. Clique para assinar e depois encaminhe este email para todos:


Graças a um chamado global, muitos governos já se comprometeram a irem contra a proposta. Cada vez que a petição da Avaaz ganhou 100.000 nomes, ela foi enviada para a Comissão Baleeira Internacional e governos chave. Alguns, como a Nova Zelândia agradeceram todos nós que assinamos.

Mas a pressão do outro lado é incansável. Outros governos, especialmente na Europa e América Latina podem se abster... ou até mesmo apoiar a proposta. Portanto, o resultado da votação é ainda incerto.

Pressão popular é a nossa melhor chance. Afinal de contas, foi um movimento social global na década de 80 que conseguiu banir a pesca comercial de baleias que nós agora estamos tentando proteger. A Comissão Baleeira Internacional se reunirá no Marrocos a partir desta quinta-feira dia 17 e a votação será em menos de uma semana. Vamos garantir a presença das nossas vozes globais para recepcionar os delegados:


Depois que a proibição global foi imposta à caça comercial de baleias, o número de baleias mortas todo ano caiu de 38.000 para poucos milhares. Isto é apenas uma prova do poder da humanidade em seguir o caminho certo. Enquanto lidamos com outras crises atuais, vamos valorizar este legado de progresso – nos unindo agora para proteger nossos vizinhos majestosos e inteligentes neste frágil planeta.

Com esperança,

Ben, Ben M, Maria Paz, Ricken, Benjamin, David, Graziela, Luis e toda a equipe Avaaz

PS. Mesmo após a proibição, o Japão, Noruega e Islândia continuaram caçando baleias. Estes países estão pressionando o IWC para enfraquecer as restrições à caça. Aguardando a permissão para caçar ainda mais baleias, o Japão já está planejando comprar o maior navio baleeiro já visto. Clique aqui para assinar a petição.

Leia mais:

Três países querem "levar" baleias para a mesa e para o armário da farmácia:

Japão ameaça deixar Comissão Baleeira Internacional:

Ambientalistas pressionam Japão para não caçar baleias:

E-mail da equipe Avaaz

Ação global: solidariedade com o município autônomo de San Juan Copala, Oaxaca, México

sábado, 5 de junho de 2010

Muitos ativistas e leitores que acompanham as publicações do CMI Brasil certamente já ouviram falar de uma intensa rebelião mexicana que veio a se tornar conhecida como a "Comuna de Oaxaca". Oaxaca é, junto com Chiapas e Guerrero, um dos estados mais pobres do México, e concentra, com esses e outros estados do sul do país, a maior parte da população indígena mexicana. Em 2006, após a iniciativa do movimento sindical dos professores de Oaxaca, este estado protagonizou uma das mais ousadas insurreições não armadas que se tem notícia, formando a Assembléia Popular dos Povos de Oaxaxa (APPO), declarando a desaparição dos poderes instituídos em Oaxaca. O movimento foi objeto de uma brutal repressão, tanto por parte do governador Ulises Ruiz quanto por parte do presidente Felipe Calderón, o que fez de Oaxaca uma das referências mais emblemáticas e dramáticas nas discussões dos recentes fóruns de direitos humanos.

No ano que seguiu à repressão mais forte e o desmantelamento da APPO, um município indígena, da etnia triqui, inspirado pelo impacto da APPO e a experiência zapatista, se declarou em autonomia e iniciou um processo comunitário de auto-organização e criação de um poder popular não estatal. Isso implicava uma ruptura com as estruturas formais do estado oaxaqueño, e em especial com o partido que governou o país por mais de 70 anos, e detinha o total controle das instituições públicas em Oaxaca, o PRI (Partido Revolucionário Institucional). Como reação a essa ruptura, e temendo que o caso desse munícipio pudesse se alastrar pelo estado, tal como passou com a APPO, o governador estimulou a formação de grupos paramilitares e iniciou um conjunto de ações para deslegitimar a proclamação de autonomia do povo triqui, culminando ao que hoje podemos considerar um verdadeiro cerco de caráter militar ao município.

San Juan Copala é o nome desse município, e desde 2007 vem sofrendo ações sistemáticas de violação dos direitos humanos dos seus habitantes por parte do governo estadual e dos grupos paramilitares, o que inclui o assassinato de várias de suas lideranças. Em virtude do cerco que está vivendo esse município que se declarou autônomo, no início desse ano um grupo de 100 ativistas mexicanos e estrangeiros organizou uma caravana humanitária para levar alimentos e medicamentos para o povo triqui, registrar as denúncias mais recentes de violações de direitos humanos e levar um pouco de solidariedade para amenizar a tragédia vivida pelo habitantes de Copala. Mas no dia 27 de abril, a caravana foi recebida no munícipio a balas por um grupo de 15 paramilitares. Do saldo desse ataque, faleceram dois ativistas: a mexicana Beatriz Alberta Cariño Trujillo e o finlandês Tyri Antero Jaakkola. Uma dezena de habitantes do local, incluindo mulheres e crianças, também foram tomados como reféns pelo grupo paramilitar poucos dias depois desse episódio, e se encontram sequestrados até o momento. E no dia 20 de maio, para aumentar o nível da tensão, foram assassinados mais dois dos líderes históricos da região.

Ativistas e organizações do México e de várias partes do mundo estão se articulando para iniciar uma série de ações globais. A primeira, já convocada para os dias 7, 8 e 9 de junho, consistirá em manifestações públicas nas imediações das embaixadas mexicanas ao redor do mundo, cartas diplomáticas, ações de solidariedade e cobertuda por meios alternativos da nova caravana de solidariedade que estará saindo da Cidade do México para San Juan Copala. Através do e-mail libertadparacopala@gmail.com é possível obter mais informações e contatos para a realização de ações de solidariedade. Por meio da cobertura da rádio Planton (autonomiaradial@gmail.com e http://giss.tv:8001/plantonsonoro.ogg.m3u), podem ser feitas audições e retransmissões por parte de rádios livres e comunitárias. Apesar das dificuldades na organização de atividades dessa natureza, e os problemas e lutas específicos em que está inserido cada ativista brasileiro que poderá vir a ler essa convocatória, é importante que não deixemos de demonstrar nossa solidariedade aos habitantes do município autônomo de San Juan Copala, bem como aos compas que tombaram no dia 27 de abril e 20 de maio, em defesa dos direitos de autodeterminação do povo triqui.

ABAIXO A REPRESSÃO AO MUNICIPIO AUTONOMO SAN JUAN COPALA!

VIVA A LUTA POR AUTONOMIA DE TODOS OS POVOS DO MUNDO!

AÇÃO GLOBAL CONTRA O GOVERNO FASCISTA DE OAXACA E SEUS SERVIS GRUPOS PARAMILITARES!

CONVOCATÓRIA OFICIAL

Sítio Autonomia em San Juan Copala | Sítio Todos Com a Caravana

Editoriais da Comuna de Oaxaca: Oaxaca quer novo sistema político baseado em assembléias estatais no México | Novos Passos em Oaxaca | A sétima megamarcha toma as ruas de Oaxaca, México | Atos por Oaxaca em Brasília, Fortaleza, Marília, São Paulo, Rio de Janeiro e Tefé | Artigo de Cássio Brancaleoni sobre a APPO


fonte: CMI

O fim do Código?

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Próxima terça-feira dia 1 de junho nossas florestas irão sofrer um ataque perigoso – deputados da “bancada ruralista” estão tentando destruir o nosso Código Florestal, buscando reduzir dramaticamente as áreas protegidas, incentivando o desmatamento e crimes ambientais.

O que é mais revoltante, é que os responsáveis por revisar essa importante lei são justamente os ruralistas representantes do grande agronegócio. É como deixar a raposa cuidando do galinheiro!

Há um verdadeiro risco da Câmara aprovar a proposta ruralista – mas existem também alguns deputados que defendem o Código e outros estão indecisos. Nos próximos dias, uma mobilização massiva contra tentativas de alterar o Código, pode ganhar o apoio dos indecisos. Vamos mostrar que nós brasileiros estamos comprometidos com a proteção ambiental – clique abaixo para assinar a petição em defesa do Código Florestal:


Enquanto o mundo todo defende a proteção do meio ambiente, um grupo de deputados está fazendo exatamente o contrário: entregando de mão beijada as nossas florestas para os maiores responsáveis pelo desmatamento do Cerrado e da Amazônia. Eles querem simplesmente garantir a expansão dos latifúndios, quando na verdade uma revisão do Código deveria fortalecer as proteções ao meio ambiente e apoiar pequenos produtores.

As propostas absurdas incluem:
  • Reduzir a Reserva Legal na Amazônia de 80% para 50%
  • Reduzir as Áreas de Preservação Permanente como margens de rios e lagoas, encostas e topos de morro:
  • Anistia aos crimes ambientais, sem exigir o reflorestamento da área
  • Transferir a legislação ambiental para o nível estatal, removendo o controle federal
Essa não é uma escolha entre ambientalismo e desenvolvimento econômico, um estudo recente mostra que o Brasil ainda tem 100 milhões de hectares de terra disponíveis para a agricultura, sem ter que desmatar um único hectare da Amazônia.

A proteção das floretas e comunidades rurais dependem do Código Florestal, assim como a prevenção das mudanças climáticas e a luta contra a desigualdade do campo. Assine a petição para salvar o Código Florestal e depois divulgue!


Juntos nós aprovamos a Ficha Limpa na Câmara e no Senado. Se agirmos juntos novamente pelas nossas florestas nós podemos fazer do Brasil um modelo internacional de desenvolvimento aliado à preservação.

Com esperança,

Graziela, Alice, Paul, Luis, Ricken, Pascal, Iain and the entire Avaaz team

Saiba mais:

País tem 100 mi de hectares sem proteção - Estado de São Paulo:

Estudos ressaltam importância ambiental do Código Florestal - WWF:

Para ambientalistas, relatório de Rebelo é genérico e equivocado :

Comunicado da rede avaaz

Ignite - Bleeding

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Ignite é uma banda americana de hardcore de Orange County, Califórnia formada em 1993. Em suas letras encontramos várias temáticas político-sociais, como o straight edge e também o veganismo . No ano de 1996 a banda lançou um split junto com a X-Acto uma banda que tem as mesmas posições políticas que o Ignite, esse split além de tudo foi beneficente à várias entidades que lutam pelos direitos animais.

A música "Bledding", segunda faixa do CD "Our Darkest Days", mostra a visão da banda em relação às guerras atuais. Letra e tradução abaixo.




Bleeding

Sangrando

BleedingSangrando
To my countryPor meu país
The mounting costsOs custos crescentes
Our freedom's lostNossa liberdade perdida
The death of libertyA morte da liberdade
We live in a Kingdom of reignsNós vivemos em um reino de reinados
The dogs of war rule the dayOs cães de guerra governam o dia
The hypocrites roam in gangsOs hipócritas vagueiam em gangues
The truth is lostA verdade é perdida
It's wars first casualtyÉ primeira vítima das guerras
Speak the truthFale a verdade
If you've got something to saySe você tem algo a dizer
To leaf the boys off to warFolhear os garotos para mandá-los a guerra
Is to throw them awayÉ jogá-los fora
Depleted rounds killMunições de urânio esgotado matam
RU-238RU-238
These troubled timesEstes tempos turbulentos
Bringing on our darkest daysTrazendo nossos dias mais negros
Is this the death of libertyIsso é a morte da liberdade
Is this the price that life has come to meanEste é o preço a que a vida chegou a significar
All our friends, now enemiesTodos nossos amigos, agora inimigos
The misery ofA miséria de
BleedingSangrando
To my countryPor meu país
The mounting costsOs custos crescentes
Our freedom's lostNossa liberdade perdida
The death of libertyA morte da liberdade
Tell the truthDiga a verdade
If you've got something to saySe você tem algo a dizer
No blood for oil, killing fieldsSem sangue por petróleo, campos de extermínio
Halliburton moneyDinheiro da Halliburton
Wounded troops left to rotTropas feridas deixadas para apodrecer
No help from the VANenhuma ajuda do VA
These troubled timesEstes tempos turbulentos
Bringing on our darkest daysTrazendo nossos dias mais negros
Is this the death of libertyÉ isto a morte da liberdade
Is this the price that life has come to meanÉ este o preço que a vida veio significar
All our friends, now enemiesTodos nossos amigos, agora inimigos
The misery ofA miséria de
BleedingSangrando
To my countryPor meu país
The mounting costsOs custos crescentes
Our freedom's lostNossa liberdade perdida
The death of libertyA morte da liberdade
Speak the truth or Throw it awayFale a verdade ou jogue-a fora
Is this the death of libertyIsso é a morte da liberdade
Is this the price that life has come to meanEste é o preço a que a vida chegou a significar
All our friends, now enemiesTodos nossos amigos, agora inimigos
The misery ofA miséria de
BleedingSangrando
To my countryPor meu país
The mounting costsOs custos crescentes
Our freedom's lostNossa liberdade perdida
The death of libertyA morte da liberdade
 

2009 ·Axis of Justice by TNB