O documentário Body of War conta a história de um veterano da guerra do Iraque, o ex-soldado Tomas Young, que após ser atingido por uma bala ficou paralítico. Após o ocorrido, Tomas se tornou um ativista contra a ocupação do Iraque. A trilha sonora do filme conta com 30 canções de diferentes grupos, ela foi montada pelo próprio soldado. "De acordo com entrevista de Young à Billboard, as músicas escolhidas lhe serviram de inspiração "para continuar lutando em busca da força necessária para lidar com minhas limitações enquanto muitas partes do meu corpo e meu cérebro estão me dizendo para parar"". ¹
As músicas percorrem diferentes estilos, folk, rock, rap. Sempre com um grande significado e mensagem por trás das letras.
"Hero's Song" - Brendan James "American Terrorist" - Lupe Fiasco "Light Up Ya Lighter" - Michael Franti e Spearhead "Guerilla Radio" - Rage Against The Machine "Son of a Bush" - Public Enemy "Empty Walls" - Serj Tankian "Let Them Eat War" - Bad Religion "White People for Peace" - Against Me! "Letter from Iraq" - Bouncing Souls "War" - Dilated Peoples "Overcome (The Recapitulation)" - RX Bandits "Fields of Agony" - No Use For A Name "Bushonomics" - Talib Kweli & Cornel West "The 4th Branch - Immortal Technique "B.Y.O.B." - System Of A Down "No More" (ao vivo) - Eddie Vedder e Ben Harper
Disco 2
"Devils & Dust" - Bruce Springsteen "Masters of War" (ao vivo) - Pearl Jam "When the President Talks to God" - Bright Eyes "Gimme Some Truth" - John Lennon "The Restless Consumer" - Neil Young "Battle Hymns" - The Nightwatchman "Anthrax" - Kimya Dawson "WMD" - Blow Up Hollywood "State of the Union" - David Ford "Yo George" - Tori Amos "Love Vigilantes" - Laura Cantrell "Black Rain" - Ben Harper "To Kill the Child" - Roger Waters "Day After Tomorrow" - Tom Waits
Uma videoclipe muito bom, que contém cenas que se tornaram normais, onde milhares de pessoas ao redor do mundo morrem por interesses políticos e econômicos. Dotada de uma letra para se refletir, essa música contém fortes críticas a tudo que acontece hoje, e deixa clara a mensagem de que se não acabarmos com as guerras, elas acabarão conosco.
Um aviso para as pessoas,
O bem e o mal,
Isto é uma guerra,
Para o soldado, O civil, O mártir, A vítima,
Isto é uma guerra,
É o momento da verdade e o momento para mentir, É o momento para viver e o momento para morrer, O momento para lutar, o momento para lutar, Para lutar, para lutar, para lutar,
Pela direita, Pela esquerda, Nós vamos lutar até a morte, Até o fim da Terra, É um admirável mundo novo, Do último até o primeiro,
Pela direita, Pela esquerda, Vamos lutar até a morte, Até o fim da Terra, É um admirável mundo novo, É um admirável mundo novo,
Um aviso ao profeta, O mentiroso, O honesto,
Isto é uma guerra,
Para o líder, O pária, A vítima, O Messias,
Isto é uma guerra,
É o momento da verdade e o momento para mentir, É o momento para viver e o momento para morrer, O momento para lutar, o momento para lutar, Para lutar, para lutar, para lutar,
Pela direita, Pela esquerda, Nós vamos lutar até a morte, Até o fim da Terra, É um admirável mundo novo, Do último até o primeiro,
Pela direita, Pela esquerda, Nós vamos lutar até a morte, Até o fim da Terra, É um admirável mundo novo, É um admirável mundo novo, É um admirável mundo novo,
Eu acredito na luz, Levante suas mãos para o céu, O combate está acabado, A guerra está ganha, Levanta as tuas mãos em direção ao sol, Em direção ao sol, Em direção ao sol, Em direção ao sol, A guerra está ganha,
Luta Luta Luta Luta Luta (coral)
Pela direita, Pela esquerda, Vamos lutar até a morte, Até o fim da Terra, É um admirável mundo novo Do último até o primeiro,
Pela direita, Pela esquerda, Vamos lutar até a morte, Até o fim da Terra, É um admirável mundo novo,
Um admirável mundo novo, Um admirável mundo novo,
Um admirável mundo novo, A guerra está ganha, A guerra está ganha, Um admirável mundo novo,
Eu acredito em nada, nem no fim nem no início, Eu acredito em nada, nem na Terra nem nas estrelas, Eu acredito em nada, nem do dia nem do escuro, Eu acredito em nada, só no bater dos nossos corações, Eu acredito em nada, 100 sóis até partirmos, Eu acredito em nada, nem em Satanás nem em Deus, Eu acredito em nada, nem na paz nem na guerra, Eu acredito em nada, só na verdade de quem somos.
Five Finger Death punch é uma banda californiana de metal, que traz consigo letras repletas de crítica e significado. Em seu ultimo CD, War is the Answer, canções como No one Gets left behind, e Bulletproof mostram uma guerra sem finalidade, e uma sociedade facilmente alienada e corrompida.
Uma música crítica, que mostra a verdadeira face do sistema. Um sistema que impõe brigas entre diferentes classes sociais, faz a classe média ter medo dos mais pobres, por considerá-los todos assaltantes e bandidos enquanto os ricos se divertem às custas de impostos e caos social. Uma canção que mostra a problemática que vem dos níveis sociais menos favorecidos, onde opção é igual a sorte (que só ocorre em mínimos casos), enquanto a grande maioria desfavorecida pela lei do dinheiro passa fome. Só há uma solução para a sociedade hierárquica em que vivemos, e é a revolução.
Letra:
A igualdade social é só em conto de fadas, felicidade é só em Sonho, só em mágica. Acredito na palavra ou na metralhadora, Revolução verbal ou aterrorizadora. Vamos queimar constituição Com coquetel molotov, carro bomba no congresso, tic tac explode, Suplicar pro gambé derrubando sua porta não bater na sua mulher Não atirar nas suas costas.
Até quando comer resto, lavar banheiro abrir o boy no meio na Ilusão de dinheiro, ser exterminado como judeu em Auschwitz, Mostrar pra globo o que é viver no limite. a custa atlanta Queimando na sua frente, a SS agora veste o cinza da PM, de Braço cruzado é só miolo espalhado no chão, discurso ou Revólver, tá na hora da revolução.
(2x) Tá na hora de parar de mofar no presídio, de estar no necrotério Com uma par de tiros, de ser o analfabeto comendo resto viciado que O denarc manda pro inferno.
Fizeram da sua rua filial do vietnã, deram rifles pras crianças Estupraram sua irmã, exilaram na favela o cidadão na teoria Oprimido, censurado no país da democracia. te dão crack, fuzil, Cachaça no buteco esse é o campo de concentração moderno.
Hitler, fhc, capitão do mato, bacharelo em carnificina, mestrado Em holocausto, chega de bater palma tomando tiro, facada, de Prato vazio, vendo o boy suar na sauna o sistema te quer no viaduto com água na boca com a garrafa cortada na mão esperando a Kombi trazer sopa no chiqueiro do navio negreiro consertar na Porta, morto pelo senhor do engenho com farda e pistola, que só Em cabeça de pobre descarrega sua munição, discurso ou revólver Ta na hora da revolução.
Prevejo o mercado saqueado bala de borracha, escudo do choque Tomando pedrada, guerra civil em praça pública socorro professor Com sangue no rosto, mordida de cachorro, sem teto, sem terra, Sem prespectiva, sem estudo, sem emprego, sem comida, o pavil da Dinamite ta aceso, qual será o preço pra eu ter os meus direitos. Sequestrar, tirar, queimar pneu na avenida, invadir a fazenda Improdutiva, só jogamo ovo por isso nada mudou, quem sabe o Presidente na mira do atirador. Em são paulo 35 por dia chega, Tolerância zero, ou cavar trincheira, serial killer do planalto Continua em ação, discurso ou revólver ta na hora da revolução.
A favor do inimigo repressão desinformação, o domínio dos dois Caminhos pra revolução. caminho um a voz do povo aqui não é a Voz de deus, se tua casa é de caxote de feira problema seu, Tanto faz sua filha no motel ganhando trocado, tanto faz seu Filho com a doze matando vigia no assalto. se vier pro asfalto Fazer passeata, aí o pm te mata, te faz engolir bandeira e Faixa. caminho dois desconhecendo cenário político, onde jogar Granada, quem é o nosso inimigo entendeu por que não tem, escola Pra você toma uzi e me diz quem tem que morrer, não adianta ser Milhões se não somos um, ação coletiva, objetivo comum, discurso Ou revólver não interessa a opção sem união é impossível a Revolução.
Uma mensagem do que representamos. Não importa o quão importante você se considere, nem a quantidade de zeros na sua conta, no final tudo o que somos é poeira no vento. Apenas uma gota de agua na imensidão do oceano.
Uma das melhores músicas que eu já escutei na minha vida, e provavelmente a melhor do Kansas.
A música a seguir trata das mentiras que são diariamente contadas e que em sua soma fazem com que jovens soldados acreditem ter um papel heróico na guerra imperialista.
Não encontrei a letra da música, porem, abaixo colocarei parte da descrição do vídeo feita pelos seus produtores.
Ao fazer o vídeo, os produtores queriam trazer o significado da música para uma narrativa de proporções épicas. Na época, a Guerra do Iraque tinha oficialmente "acabado", mesmo com os conflitos ativos. Com o vídeo, demonstra-se o quão desinformadas, alienadas, cegas, e traídas, muitas pessoas se sentem quando seu país vai à guerra.
FALSE LIES Director, Producer, Writer, Animator, Editor and Compostor: Dan Hartney; Director, Producer, Writer, Animator and Modeller: Ben Tiefholz; Director, Techical Director, Animator and Modeller: Brad May; Production House: Animators At Large
União da Ilha da Magia traz pra avenida: “Cuba sim! Em nome da verdade".
Pela primeira vez no Brasil, uma escola de samba vai tratar do tema Cuba durante o desfile do Carnaval de 2011. A iniciativa é da União da Ilha da Magia e o samba-enredo é “Cuba sim! Em nome da verdade”.
Para o sucesso dessa empreitada, a escola já está desde maio do ano passado, através de ensaios reservados, se preparando para fazer bonito na Passarela do Samba Nego Quirido, local onde as escolas de samba da capital catarinense desfilam.
Os ensaios para o público começaram na primeira semana de dezembro do ano passado e acontecem todas sextas-feiras e domingos, a partir das 20 horas, na Praça Bento Silvério, da Lagoa da Conceição.
No domingo 16 de janeiro, a praça ficou pequena para abrigar todos os foliões, turistas e admiradores da escola. A noite teve ainda a apresentação da rainha de bateria, Catarina Andrade, do casal de mestre-sala e porta-bandeira, e de integrantes das alas das baianas e das passistas. Até mesmo os representantes da escola Consulado do Samba fizeram uma visita de cortesia.
Já estão agendados também dois ensaios técnicos na Passarela Nego Quirido antes do desfile: 22 de janeiro (sábado) e 19 de fevereiro (sábado) - nos dois dias às 20 horas. Esses ensaios servem para organizar as diversas alas entre si.
Está programado ainda um desfile-ensaio na Praça XV, no Centro de Florianópolis, no dia 23 de fevereiro (quarta-feira) para apresentar a escola, gratuitamente, para o público de Florianópolis.
Fotos: Babi Balbi
Samba-enredo: Cuba
A identidade com a Revolução Cubana é evidente em cada parte da escola, desde a música que conduz o samba-enredo até as fantasias, passando pelas camisetas de propaganda e o discurso em defesa da autodeterminação cubana.
Para desenvolver o tema, uma delegação da escola e da Associação Cultural José Martí de Santa Catarina visitaram Cuba em julho do ano passado para conhecer melhor o país e trocar experiências culturais com autoridades cubanas da área. O grupo conheceu museus, monumentos históricos e casas de shows.
Segundo o presidente da escola, Valmir Braz de Souza, um dos motivos da escolha do tema é a proximidade cultural entre Brasil e Cuba. "A alegria cubana e brasileira são muito parecidas", compara. Além disso, a diretoria da escola quer aproveitar a oportunidade para mostrar a realidade do país caribenho para o Brasil. O presidente também esteve em Cuba em janeiro de 2010, participando da Brigada de Solidariedade, quando teve oportunidade de conhecer de perto o país.
As 17 alas estão representando diversos momentos do período anterior e posterior à Revolução Cubana, em especial as conquistas e a cultura, como exemplo: Tio Sam; Ditadura comprometida; Paraíso de ricos e milionários; Sofrimento de muitos - o povo; Nacionalização das empresas estrangeiras; Saúde para todos; Reforma agrária; Esporte - conquista de medalhas; A pesca; Indústria farmacêutica e biotecnologia; A Santeria; O carnaval de Cuba; Cabaré tropicana; e Rumba - Música e Dança.
O sucesso do escola já ficou evidente durante a escolha do samba-enredo. Depois de escolhida a temática, a União da Ilha da Magia recebeu 28 propostas de sambas-enredo de todo país. No ano passado, foram apenas oito. Para se ter uma idéia, a carioca Estação Primeira de Mangueira, a maior escola do Brasil, recebeu menos de 20 propostas.
No barracão da escola, localizado em Palhoça, os carros alegóricos estão sendo preparados para surpreender o público que vai comparecer na passarela ou assistir pela televisão. Segundo o diretor de Carnaval, Joel Brigido da Costa Junior, as peças vão emocionar o público, principalmente aqueles que acreditam em um mundo diferente através da transformação social.
A escola
Formada no bairro Lagoa da Conceição, um dos principais pontos turísticos e tradicionais de Florianópolis, a União da Ilha da Magia é a mais nova escola da cidade. Em maio de 2011, comemora apenas três anos de vida. No Carnaval do ano passado, a União ficou em segundo lugar.
O financiamento da União é o mesmo que das demais escolas: patrocínio dos governos municipal e estadual. A diretoria também vai buscar apoio com a Lei Rouanet, através do Ministério da Cultura. Além disso, o desfile é financiado com a própria venda das fantasias, camisetas e com o dinheiro levantado com os ensaios.
O desfile
Cerca de 2.500 moradores da Lagoa da Conceição vão participar do desfile. Entre esses foliões também estão incluídos admidores da escola de outros bairros e até pessoas de outros Estados ligadas ao movimento de solidariedade à Cuba.
Todos esses integrantes, divididos em alas, vão ter apenas uma hora e vinte minutos para desfilar. Além de fazer de desenvolver uma temática inédita, a escola quer fazer um desfile tecnicamente primoroso - e vai brigar pelo título. De acordo com o presidente Valmir Braz, a ideia é não cometer erros para fazer um "desfile perfeito". Joel Brigido também promete empenho no quesito harmonia da escola.
Todos aqueles que defendem a autodeterminação de Cuba e os amantes da cultura e da liberdade estão convidados a participar, ou mesmo assistir, do desfile da União da Ilha da Magia.
Ouça:“Cuba sim! Em nome da verdade"
Baixe aqui o samba-enredo da União da Ilha da Magia
Com musicas na maioria das vezes se tratando de situações cotidianas, a banda H2O sempre eleva seu lado critico e o questionamento do porque a nossa sociedade é do jeito que é. Abaixo segue a música What Happened? composta por Toby Morse, que além de grande compositor é o fundador do projeto social One Life One Chance cujo principal objetivo é alertar estudantes do ensino fundamental sobre os problemas que o álcool e as drogas trazem para a sociedade.
Com um corpo cheio de tatuagens, Toby Morse desafia o estereótipo de modo de vida de um músico. Em uma indústria famosa por uso de drogas, morte relacionada a drogas e comportamentos auto-destrutivo em geral, Toby escolheu um caminho diferente para andar, em seus 40 anos, ele nunca experimentou tabaco, álcool ou drogas.
Toby visita escolas e faz palestras de como ser alguém com um estilo de vida positivo, e como esquivar de situações com drogas e álcool vivendo em torno delas.
When it began, for those who don’t know it didn’t matter how you looked or what you wore to a show dress codes, FUCK NO! we didn’t care about the brand of your jeans and all that shit in your hair
But now the biggest part is all about the image and not the art Fashion before passion! And at nights, it makes me mad that I should have to ask: What happened to the passion? (passion!) What happened to the reason for screaming? What happened the music and the message that I love? What happened to the hard work? (hard work!) And why does everybody look the same? What happened the music and the message that I love?
And I know, that people change and we go through different stages in life and I’m not here to criticize but the reason I scream, is a feeling inside
But now the biggest part is all about the image and not the art Fashion before passion! And at nights, it makes me mad that I should have to ask: What happened to the passion? (passion!) What happened to the reason for screaming? What happened the music and the message that I love? What happened to the hard work? (hard work!) And why does everybody look the same? What happened the music and the message that I love?
Lost (1,2,3,4) lifetime ago it seems you gave up on your wildest dreams but i refuse to let mine go I took an oath, you can find me here with an open heart and ears refusing to surrender I can’t believe they don’t remember what it feels like to be young
What happened to the passion? (passion!) What the reason for screaming? What happened the music and the message that I love? What happened to the hard work? (hard work!) And why does everybody look the same? What happened the music and the message that I love?
Abaixo a música Fusil contra Fusil, uma homenagem do músico, poeta e compositor cubano Silvio Rodriguez ao grande ídolo e inspiração de milhões de pessoas espalhadas pelo mundo inteiro Ernesto CHE Guevara.
Hasta la victoria siempre!
Letra:
Fusil Contra Fusil
El silencio del monte va preparando su adiós la palabra que se dirá in memoriam será la explosión. Se perdió el nombre de este siglo allí su nombre y su apellido son: fusil contra fusil.
Se quebró la cáscara del viento al sur y sobre la primera cruz despierta la verdad.
Todo el mundo tercero va a enterrar su dolor con granizo de plomo harán su agujero de honor, su canción.
Dejarán el cuerpo de la vida allí su nombre y su apellido son: fusil contra fusil cantaran su luto de hombre y de animal y en vez de lágrimas echar con plomo lloraran Alzará al hombre de la tumba al sol y el nombre se repartirán fusil contra fusil fusil contra fusil.
Encontrei essa música na coletânia Unplugged da KissFM. Nunca parei pra analisar a letra dela, mas até que tem um belo significado. Uma mensagem para todas as crianças.
A música "WAR?" introduz uma característica marcante da banda, a critica ao genocídio armênio. Além disso criticas as guerras em geral, o que se torna mais visível nas notas do albúm antes de serem transcritas as letras. Frases como "Nós primeiro combatemos os pagãos em nome da religião, depois os comunistas, e agora em nome das drogas e terrorismo. Nossas desculpas para a dominação global sempre mudam."
Já o vídeo traz imagens da Guerra do Vietnã, além de outras frases que são pronunciadas durante a música. Como no inicio, quando Serj repete três vezes a frase "Freedom will only be available through death" (Liberdade só será possível através da morte). Outra referencia é quando a câmera vai para a guitarra e Serj aparece dizendo "Praise the Lord and pass the ammunation! God wants you to go to war" (Faça preces ao Senhor e passe a munição! Deus quer que você vá à guerra!"
Mais uma música do Dead Fish, dessa vez, com videoclipe oficial.
Para mais informações sobre essa banda fantástica, acesseMyspace ou Twitter.
Autonomia
Disse que daqui pra frente seguiria só Não se prenderia a nada buscando algo melhor Na esperança de conseguir não se engane Hora de virar as costas e seguir...
Um dia ia acontecer Sem deuses, sem mestres e sem mãos que aparem Orgulhoso em ver, daqui pra frente só você
Ouça a música e dance como um louco buscando por autonomia deixe seu coração bater não sinta vergonha feche os olhos agora guie sem as mãos deixe seu coração bater
Completou: "aquele não era mais o caminho" Estar na comunidade era morrer Teve coragem de dizer "isso não me diz nada mais" Preferiu enfrentar todas as acusações
E tatear no escuro Honestidade pra manter o sangue quente Orgulhoso em ver, daqui pra frente só você
Ouça a música e dance como um louco buscando por autonomia Deixe seu coração bater Não sinta vergonha feche os olhos agora guie sem as mãos deixe seu coração bater
Nem errado, nem certo Nem bem, nem mal Nem rico, nem pobre Vencedor ou perdedor Humilde ou soberbo Apenas trilhando algo que é só seu Dentro e fora de moldes Criando outros clichês
Ouça a música e dance como um louco buscando por autonomia Deixe seu coração bater Não sinta vergonha feche os olhos agora guie sem as mãos Deixe seu coração bater
Por liberdade e mais ação Deixe seu coração bater Por mais um sonho, outra mentira Deixe seu coração bater
Outras letras desse e dos demais álbuns disponíveis aqui.
Nascida em 1991 na Califórnia, EUA, a banda Rage Against The Machine (RATM) se consolidou no cenário mundial da música com uma rara mescla de rap, variantes do rock and roll pesado e crítica política furiosa e constante.
Na trajetória da banda, pedradas ao capitalismo, ao belicismo estadunidense, ao racismo, ao etnocídio dos nativos da América, à violência machista. Homenagens aos zapatistas, à Liga Anti-Fascista da Europa, à organização Women Alive, aos presos políticos Leonard Peltier e Múmia Abu-Jamal.
Para todos estes, a banda realizou shows, revertendo todo o dinheiro para a defesa das causas. O RATM também tocou em protestos contra o Nafta (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio) e a Alca (Área de Livre Comércio das Américas), fez dois shows contra à guerra (2000 e 2008) às portas da Convenção Nacional do Partido Democrata, provocou o fechamento da Bolsa de Valores de Nova York por algumas horas ao tentarem gravar um clipe, dirigido por Michael Moore, em frente à instituição, e, também, foi censurado pela emissora NBC por exibirem a bandeira dos EUA de cabeça para baixo em uma apresentação.
Depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, a emissora Clear Channel criou a lista de “músicas com letras questionáveis”, na qual o RATM foi a única banda a ter todas as suas músicas incluídas.
De 2000 a 2007, a banda esteve separada, mas, em outubro deste ano, aterrissou e “aterrorizou” pela primeira vez em solo sul-americano, passando por Brasil, Argentina e Chile, homenageando o MST, as Mães da Praça de Maio, Víctor Jara e Salvador Allende. Passada a turnê, o guitarrista do RATM, Tom Morello, concedeu uma entrevista exclusiva ao Brasil de Fato.
Brasil de Fato – Os fãs da América do Sul esperaram muito tempo por uma apresentação do RATM. Vocês gostaram da recepção do público?
Tom Morello – Nós ficamos muito extasiados com o público brasileiro. Nós temos grandes fãs no Brasil e é uma vergonha termos demorado 19 anos para tocar no país. Mas valeu a espera. Foi realmente uma noite para ser lembrada.
O RATM é uma banda claramente anticapitalista. Porém, percebemos, no show do Brasil, que parte considerável dos seus fãs não se interessa pelo conteúdo político ou até mesmo tem aversão a posicionamentos de esquerda. Como vocês interpretam isso?
O RATM é uma banda que se preocupa em agir amplamente. Tocamos nossa música para atingir uma ampla variedade de pessoas, independentemente de suas inclinações ideológicas. Estou tranquilo com isso. Nós não somos uma banda elitista que toca exclusivamente para pessoas que compartilham exatamente nossa pauta política. O que nós percebemos ao longo destes anos é que muitos jovens que antes eram apáticos ou possuíam opiniões políticas diferentes foram expostos a um novo conjunto de ideias através de nossa música e, em alguns casos, isso os ajudou a mudar sua forma de pensar.
Um jornalista chegou a publicar que vocês foram usados pelo MST no Brasil, colocando-os como “gringos bonzinhos nas mãos de pessoas más”. O que você tem a dizer sobre isso?
Minha hipótese é que o jornalista que diz sermos marionetes nas mãos do MST possivelmente discorda da postura política do movimento. Isto é uma crítica comum que encontramos aqui nos Estados Unidos. Quando a mídia de direita critica artistas por se posicionarem politicamente é geralmente porque eles discordam do ponto de vista dos artistas. Eu aprendi sobre o MST com o Zack, que conhece bastante sobre os movimentos políticos de toda a América Latina e nós temos orgulho de prestar solidariedade ao MST na sua luta por justiça no Brasil.
Você faz parte de algum movimento político?
Sou cofundador, junto com Serj Tankian, da banda System of a Down, da Axis of Justices, uma organização sem fins lucrativos determinada a reunir músicos, fãs de música e organizações políticas de base para lutar por paz, direitos humanos e justiça econômica. Também sou membro do IWW (Trabalhadores Industriais do Mundo, por sua sigla em inglês), uma organização de trabalhadores radical, fundada no início do século 20 e que engloba trabalhadores de todos os tipos. Trabalhadores da indústria do sexo, estudantes, músicos, metalúrgicos, camponeses etc.
Qual a importância para vocês que os jovens apoiem movimentos sociais, como o MST? No Brasil, atualmente, a juventude raramente se engaja em lutas sociais. Como ela se comporta nos EUA?
É a juventude que muda o mundo e eu acredito ser de crucial importância que eles ganhem perspectiva numa larga variedade de ideias e movimentos políticos que estão abertos para a participação deles em seus próprios países. Nos Estados Unidos, a juventude foi muito energizada pela campanha presidencial do Obama e muitos se desiludiram com suas ações desde que ele foi eleito. Existe muito descontentamento nos Estados Unidos com a economia e com o prosseguimento das guerras no Oriente Médio e, infelizmente, os semideuses da direita têm manipulado esse descontentamento para os seus próprios propósitos.
A vitória dos republicanos nas últimas eleições nos parece um fiel exemplo disso. Existem movimentos populares nos Estados Unidos capazes de reverter esse quadro?
Durante a administração Bush, houve um fortíssimo movimento antiguerra. Muito da energia desse movimento foi canalizada para a campanha do Obama, quem eu considero uma pessoa decente. Mas acredito que a alta cúpula do governo está repleta de compromissos. A política nos Estados Unidos é dominada e operada pelo grande capital e não me surpreende este giro à direita que tivemos depois de dois anos com Obama. E não é porque sua política ameaçava a elite em qualquer aspecto. Seu apoio contínuo à guerra do Afeganistão e o resgate criminoso oferecido aos bancos e à indústria financeira são uma clara indicação de sua fidelidade de classe. Mas o que sublinhou o movimento da extrema direita na política estadunidense foi o desafio às convenções culturais que o Obama representa. Existem muitos racistas nos Estados Unidos que sequer podem dormir bem sabendo que existe um presidente negro na Casa Branca. A extrema direita usou temas como raça, sentimentos antigay e anti-imigrantes para reavivar a animosidade para com o centrista Partido Democrata, deixando sua pauta econômica e de poder por detrás e, assim, convencendo a maioria da classe trabalhadora branca a votar contra os seus próprios interesses.
Que visão vocês tem sobre o recente processo político latino-americano?
Parece-me que, enquanto os Estados Unidos focaram sua atenção em nossas guerras imorais e ilegais no Oriente Médio, a América Latina foi deixada para seguir seu próprio destino. Eu estou muito satisfeito que, ao longo do curso da última década, movimentos realmente populares tenham começado a influenciar a política do Estado e, eventualmente, tenham ascendido ao poder na América Latina. Governos que explicitamente estão ao lado dos pobres e da classe trabalhadora, ao mesmo tempo em que a população de qualquer país deve estar atenta contra a corrupção. Eu acredito que é um sinal encorajador que os oprimidos tenham, mais do que nunca, voz na política latino-americana.
Entrando na música, mas sem sair tanto da política, como uma banda como o RATM lida com a indústria cultural?
Bom, é bem possível que ninguém no Brasil jamais tivesse escutado o RATM ou que ninguém se interessasse em ler esta entrevista se não fosse o fato da música do RATM ser veiculada pela Sony Music. Logo no início da banda, nós tomamos uma decisão de forma extremamente consciente sobre como tentaríamos divulgar nossa mensagem revolucionária para o maior número de pessoas possíveis ao redor do mundo. E, ainda que eu respeite as decisões de outros artistas em lidar exclusivamente com gravadoras independentes, nossos objetivos políticos são muito maiores. Nós queremos que nossa música tenha um impacto mundial.
A influência musical de vocês é bastante vasta. Do RAP ao Rock, passando pela música negra e até o heavy metal. Ela sempre se pautou pela atividade política?
Minhas preferências musicais são muito amplas e certamente nem sempre existe um componente político nelas. Eu adoro heavy metal, como Black Sabbath, Iron Maiden e Rush, assim como o hip-hop contemporâneo de DMX e Jay-Z e, obviamente, também gosto de grupos políticos, como Public Enemy e The Clash. No RATM, nós sempre sintetizamos nossas várias influências musicais para então preencher com o nosso compromisso político.
Algo na música sul-americana é referência para você?
Um dos meus maiores heróis musicais é Víctor Jara, o tremendamente talentoso mártir do golpe de 1973 no Chile. Sua vida como músico e ativista é muito inspiradora, especialmente no meu projeto solo, que leva o nome de The Nightwatchman.
Você apontaria novos talentos na música?
Eu sou um grande fã de Gogol Bordello, The Arcade Fire, Bright Eyes e de uma banda pouco conhecida fora da cidade de Nova York, que se chama Outernational.
O RATM voltou para ficar? Há previsão para novos trabalhos?
Bem, nós estamos juntos de verdade, como nosso show no Brasil demonstrou. Atualmente, não existem planos para um novo disco, mas nós continuamos amigos e fazendo shows. Mas o futuro não está escrito.
Vocês têm planos para retornar à América do Sul?
Eu adoraria voltar em breve para tocar mais vezes e explorar o continente. Nessa viagem, nós estivemos na América do Sul por menos de dez dias, o que não foi nem de longe suficiente. Eu fui inspirado pelo público daí, pelo encontro com o MST, pelo ensaio que nós vimos da escola de samba Vai Vai, por visitar os túmulos de Víctor Jara e Allende no Chile, por marchar com as Mães da Praça de Maio em Buenos Aires. Essas coisas serão absorvidas por minha música no futuro. Finalmente, gostaria de agradecer muito aos fãs do Brasil. Levamos dezenove anos para ir pela primeira vez, mas garanto que não levaremos outros dezenove anos para voltar. Nos veremos em breve.
QUEM É
Nascido em 1964 no Harlem, em Nova York, formado em ciências políticas na Universidade de Harvard, Tom Morello foi incluído pela revistaRolling Stone como um dos 100 maiores guitarristas de todos os tempos.
Recebi o link de uma matéria muito boa, escrita e postada no blog do Marcel Bittencourt. O texto, escrito pelo próprio Marcel, retrata a posição política que Tom Morello se colocou diante do quadro eleitoral brasileiro, e a represália sofrida por Roger da banda Ultraje a Rigor. Recomendo a visita/leitura do blog, além dessa, muitas outras postagens excelentes.
Segue a matéria:
Rage Against The Machine, Tom Morello, Roger do Ultraje, Socialismo e Coerência.
"Na ultima semana houve muita polêmica envolvendo o Rage Against the Machine e o Brasil. Começou com uma reportagem da Globo onde o repórter perguntou sobre o fato de a banda só viajar de primeira classe. A pergunta foi polemista, intencional, e, na minha opinião, infundada. Na seqüência explico o porquê.
Em sua passagem pelo Brasil, a banda se encontrou com pessoas do MST, movimento que tem o apoio declarado da banda.
Ontem, através do Twitter o guitarrista Tom Morello declarou apoio à candidata Dilma Rouseff, do PT, definindo-a como “candidata dos pobres, da classe trabalhadora e dos jovens”. No mesmo dia, veio uma reação extremamente imprevisível e agressiva de Roger da Rocha Moreira, do Ultraje à Rigor, que respondeu “What the fuck you know, you asshole?” (algo como “que porra tu sabe ô cuzão?”).
Hoje Morello reafirmou sua posição dizendo “O Brasil está aprendendo o que os outros sabem há anos: Rage não é apenas uma banda para bater cabeça, também temos ideias. Apoio Dilma Rousseff e o MST, convivam com isto!”
Ok. Diante de todas essas informações, aqui vai minha opinião:
O Rage Against the Machine sempre foi uma banda políticamente engajada. Quem conhece a história do Rage Against the Machine sabe que sempre foram uma banda bastante ligada aos movimentos revolucionários. A estrela vermelha (um dos símbolos do comunismo) sempre esteve presente no material gráfico e nos shows da banda (como pode ser visto no SWU). A banda relmente sempre levou a mensagem de que uma revolução é necessária para que tenhamos um mundo mais igualitario e socialmente responsável. Tom Morello é declaradamente socialista e nada mais coerente a se esperar de um socialista do que apoio à um movimento que luta pela reforma agrária em um país continental que NUNCA se preocupou em estabelecer uma política nesse sentido.
Quanto ao apoio à Dilma, não se trata de petismo. Trata-se do olhar do cara sobre as políticas que cada um representa. Um socialista pode apoiar o não Dilma e o PT. Um socialista nunca apoiaria o Serra e o PSDB. Opinião pessoal. Uma coisa que hoje em dia está muito difícil respeitar. Coisa que, aliás, demonstrou o Roger.
Sempre fui fã do Roger. E do Ultraje. Roger foi um dos primeiros caras que segui no Twitter. Sempre achei um cara inteligente e sagaz. Até ontem. A atitude dele de simplesmente ofender diante de um posicionamento político diferente do seu foi, como bem definiu meu irmão Murilo, “atitude de moleque”. Feio.
Outro amigo meu defendeu fortemente a idéia de que Morello como estrangeiro não pode tecer opiniões desse tipo e que isso seria entrar na casa dos outros cagando ditando regras. Entendo o posicionamento, mas discordo. Acho que o fato de não morarmos em um país não nos impossibilita de criticar quando discordamos de algo. O exemplo Estados Unidos x Iraque ilustra perfeitamente isso. Acho que o Rage Against na posição de uma grande banda tem sim o direito de dar sua opinião e tentar fazer sua parte seja qual for a questão.
Mas isso não é nada. Tem uma coisa que está me incomodando mais que tudo nessa história toda.
Estou vendo muita gente (como, por exemplo, o repórter que entrevistou a banda) usar o argumento de que o Rage Against the Machine não tem o direito de posicionar assim ou nem mesmo de defender o socialismo pelo fato de serem RICOS.
Pelo amor de Deus. Desde quando a pessoa que ficou rica não pode querer um mundo melhor? Ou um mundo com mais igualdade? Ou um sistema socialista? Mesmo que fosse muito rico eu ia querer um mundo mais igualitário por um motivo simples: Não me preocupo só comigo. E é assim que, provavelmente, o Rage Against the Machine pensa.
Se determinada pessoa é rica, bom pra ela que pode aproveitar sua riqueza. Doar esse dinheiro não vai mudar o problema central, que é o sistema. Mesmo que se faça muita caridade o sistema vai continuar alimentando a desigualdade. Seria paleativo. As pessoas deveriam entender que o socialismo não prega a pobreza, e sim a igualdade. Quem faz voto de pobreza é monge.
A única certeza nisso tudo é que eu sou, cada vez mais, fã do Rage Against the Machine."
A felicidade é para poucos Todos nós sabemos: o mundo é ruim A ironia é desejar e nunca ter A propaganda diz: você precisa!
Angústia na virada da estação Um produto pra te tornar especial Consumo necessário and very cool Não seja um perdedor
A grande solução Vamos resolver Uma pra dormir, duas pra acordar Bem adaptados Todos passam bem Belo novo mundo
Buscando sempre o diferencial O importante é nunca se deixar levar Intransigente diferença torna igual
A ironia é desejar e nunca ter A propaganda diz: você precisa!
O desejo sempre se parece o mesmo Massificado ou customizado Vanguarda exigente Mercado especial Leve a cópia como se fosse original
A grande solução Veja como é simples Uma grade aqui, um alarme lá Bem resolvidos Todos preparados Em nossa igualdade
(Pros mais iguais obviamente. Paz pra mim e guerra pra todos vocês!)
Subproduto do subproduto De todo conceito que cria a cultura Do subproduto da massa ou da elite O que somos nós?
De toda histeria de estar inserido Mesmo outsider ou très impotent No final das contas quem come a bosta de quem?
Cientistas criando novas soluções Artistas sendo originais Médicos fazendo pílulas legais
Escolha! Escolha!
OBS: Para aqueles que tiverem gostado do som e da letra, vale a pena baixar o álbum completo Contra Todos (2009). Nessa coletânea constam letras de forte crítica social e política, em minha opinião, o melhor CD dessa excelente banda.
Não, não quero ouvir o que você diz E nem ler as suas regras Testando minha paciência ao limite de explodir Eu quero fazer no meu tempo Chegou minha hora de falar Cansei de ouvir sua perfeição Sua higiene me insulta E seu medo e pudor me fazem rir É assim, a partir de agora Poder em minhas mãos
Sim!! Se a sua voz ainda é mais alta O que você tem de certo se tornou isso aqui Sim, o meu caminho é diferente E sou eu quem vai trilhar
Música que apesar de vir dos primórdios da banda Sepultura tem tudo a ver com a atual política externa dos Estados Unidos (pelo menos na minha concepção). Alias, logo na primeira parte da música percebemos semelhanças com a história recente de invasão do Iraque e o mais novo discurso norte americano direcionado ao Irã. A política de propaganda, a utilização da mídia para alienar a nação e fazer com que a população se sinta ameaçada pelo suposto "Eixo do Mal", tem finalidade de levar o país à guerra sem grandes contestações. Enfim, sem enrolar mais veja abaixo o clipe e em seguida um link para a música e sua tradução.
A banda Rage Against the Machine como muitos sabem é conhecida por suas letra politizadas e o poder de suas músicas nos vocais de Zach e na guitarra de Tom Morello que fazem com que até o mais conformado cidadão se questione. A música a seguir é simplesmente perfeita, lançada ainda no primeiro albúm da banda, ela foi tema do filme Matrix, afinal a letra tem tudo a ver com a mensagem por trás do filme: o chamado para que todos saiam da alienação.
O quanto você pode ajudar o mundo? Em um universo tão grande será que você faz a diferença? Com tantas corporações gigantescas gastando milhões em projetos e maneiras diferentes e inovadoras de lucrar cada vez mais e mais e você, sozinho, com apenas a boa vontade a favor, será que dá mesmo para mudar o mundo?
Sim! A resposta é pequena e direta, tal como uma ação diária sua pode ser para o mundo.
Convidado para ser insider do SWU tive aquela chacoalhada que rondou todos nós na época de economia de luz, lembram? Um projeto interessante de sustentabilidade que se prende às pequenas atitudes, aquelas que juntos realmente fazem a força.
O “SIGA-ME” não é à toa, algo para ler e seguir assim como eu estou fazendo no meu dia a dia. A grande diferença da época do apagão é que acabou sendo algo imposto e radical por necessidade imediata. Só que a necessidade continua sendo imediata, mas não fica tão exposta em nossa cara todos os dias, os pequenos hábitos de apagar a luz ao sair de um ambiente ou de um banho mais rápido podem ser um gesto gentil, para o mundo e para você mesmo, que vive nele.
Se isso não é bastante para se comover ou prestar atenção no assunto, que tal pensar nos seus benefícios a curto prazo? Economia na conta de luz no final do mês é um empurrão e tanto para você começar a fazer um bem maior, né? São pequenos hábitos como esses que realmente fazem a diferença em médio e longo prazo para todos!